O que Palestina compra de outros países
Importações das empresas da cidade, por produto e por país de origem, com os números oficiais do governo.
De outubro de 2025 a setembro de 2026, empresas de Palestina compraram US$ 37,9 milhões de outros países. É 29% a mais do que nos 12 meses anteriores, quando foram US$ 29,4 milhões.
Dados oficiais do governo até setembro de 2026. Os meses mais recentes ainda podem ser revistos, e a fonte pode ter atraso ou erro.
Entre as 441 cidades de São Paulo que importaram, Palestina ficou em 120º lugar. No Brasil, em 414º entre 2.567.
Ver o ranking de importaçõesTodos os produtos (1)
Nos últimos 12 meses. Toque em um produto para ver de onde ele vem.
- 1Ovos de aves, com casca, frescos, conservados ou cozidos100 toneladasUS$ 37,9 milhões100%
Todos os países (1)
Nos últimos 12 meses. Toque em um país para ver o que vem de lá.
- 1Estados UnidosUS$ 37,9 milhões100%
Mês a mês
Valor comprado em cada um dos últimos 24 meses. Passe o dedo ou o mouse numa barra para ver o mês.
Ano a ano
- 2021US$ 13,3 milhões
- 2022US$ 21,6 milhões
- 2023US$ 15,5 milhões
- 2024US$ 15,5 milhões
- 2025US$ 33,8 milhões
- 2026 (até setembro)US$ 31,2 milhões
Cada compra é contada na cidade do endereço fiscal da empresa que importou, e não onde o produto é usado. Por isso, cidades com portos, sedes de grandes empresas ou importadoras aparecem com valores altos. Os valores estão em dólares, como o governo publica, sem descontar a inflação.
Perguntas sobre as importações de Palestina
Quanto Palestina importa?
De outubro de 2025 a setembro de 2026, empresas com endereço fiscal em Palestina (SP) compraram US$ 37,9 milhões de outros países: 1 produto, de 1 país.
O que Palestina mais importa?
Nos últimos 12 meses, os produtos mais comprados foram Ovos de aves, com casca, frescos, conservados ou cozidos (100%).
De quais países Palestina mais importa?
Nos últimos 12 meses, as principais origens foram Estados Unidos (100%).
Por que esse valor pode ser diferente do que a cidade consome?
Cada compra é contada na cidade do endereço fiscal da empresa que importou, e não onde o produto é usado. Por isso, cidades com portos, sedes de grandes empresas ou importadoras aparecem com valores altos. Os valores estão em dólares, como o governo publica, sem descontar a inflação.